quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Incógnita!



Nunca amei ninguém, mas fui sim refugio da piedade de alguém.
Aceite nunca fui.
De onde vim, eu sei.
Onde pertenço, até hoje, ainda não encontrei.
O certo que eu sei é que vim da ''barriga'' de alguém.
Fruto do amor de outrem.
Se isto é viver, prefiro morrer.
Se estás perto ou não, não interessa.
Comigo não estás mas eu amo-te até morrer.
Melhor, amo as memórias, essas que me fazem viver.
Do momento em que me vi perder-te..
Sim foi nesse dia que vi minha alma morrer.

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